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Nuvens a vista....

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Motor magnetico... Movimento com mínimo atrito

Você sabia que é possível utilizar o campo magnético de um imã permanente para gerar movimento... Pois é essa que será a nova proposta para substituir as máquinas rotativas atuais...  Irei pesquisar mais a fundo e postar essa tecnologia aqui...
Atualmente, os tradicionais motores de veículos e geradores elétricos são altamente poluentes, levando em conta o número de veículos em operação no planeta, gerando um grave problema ambiental, pois, eles dependem de combustíveis fósseis não renováveis (gasolina e diesel) ou de combustíveis de origem vegetal (álcool e biodiesel), que envolvem o plantio, colheita e processamento industrial da matéria prima para serem produzidos.
Há também o fator dos veículos elétricos que demandam maior produção de energia, além dos veículos movidos a hidrogênio que demandam grande investimento nas estruturas dos postos, entre outros.
Por isso, o Pesquisador Tecnológico Antônio Fernandes desenvolveu o projeto “Motor Magnético”, que aproveita todos os mecanismos de transmissão de movimento dos motores convencionais a explosão, modificando apenas o modo de acionamento dos pistões, substituindo, no todo ou em parte, as explosões por forças magnéticas.
Aplicações - “A gama de aplicações é muito ampla, pode ser substituído um motor a explosão ou uma grande bateria, utilizados em produtos como Brinquedos, Carros de Golfe, Geradores, Veículos a combustão ou elétricos, etc., além de novas possibilidades.”, afirma Fernandes.
Conforme o Pesquisador, “podemos desenvolver Células de Energia Magnética, para substituir as baterias de um veículo elétrico, por exemplo, onde o maior problema que é sua recarga e autonomia seriam resolvidos, pois uma Célula poderia produzir energia por vários anos, com baixa manutenção.”
Este sistema aproveita toda a estrutura básica de um motor convencional e faz uma simples conversão para transformá-lo em motor magnético, além de permitir a substituição total ou parcial dos combustíveis convencionais.
Segundo o Inventor, “O motor torna-se economicamente viável, pois não há necessidade de mudanças nas estruturas dos veículos ou geradores.”, afirma.
Esta inovação agrega diversos benefícios como: praticidade, segurança, Alta rentabilidade, diferenciação no mercado, economia de combustíveis e materiais, diminuição da emissão dos gases poluentes e um excelente custo x benefício x produção.
Parceria – Por isso, Antônio está em busca de parceiros para ajudar a desenvolver modelos. “Este projeto proporciona uma maior durabilidade do motor e de seus componentes.” comenta.
Com a patente assegurada, Antônio Fernandes busca negociá-la ou obter uma parceria entre montadoras de veículos e empresas fornecedoras de energia, para criar modelos, realizar testes e conseguir industrializá-la. Empresários interessados em investir no produto devem entrar em contato com a Associação Nacional dos Inventores pelo telefone (11) 3873-3211.

Fonte: http://www.inventores.com.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=310:motor-magnetico&Itemid=237

domingo, 10 de novembro de 2013

Atingimos 1000 acessos... muito obrigado a todos....

Pessoal gostaria de agradecer os acessos, assim a motivação permanece constante para fomentarmos o conhecimento e busca de novas tecnologias. Podem contar comigo nesta jornada...

Muito obrigado a todos,

Att
Eletrônica, Automação e Controle.

Usina de energia solar é inaugurada no Mineirão, em Belo Horizonte -

Estádio é o primeiro do Brasil a receber tecnologia.
Painéis coletores foram instalados na cobertura do Mineirão.

Projeto de parceria entre o governo de Minas Gerais e a  Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig),  o consórcio Minas Arena inaugurou, 17 de maio de 2013, a Usina Solar Fotovoltaica (USF), no estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte. Sendo o primeiro estádio  do Brasil a receber a tecnologia, que começa a funcionar na Copa das Confederações, em junho deste ano, segundo a Cemig. O sistema vai ser responsável pela geração de energia correspondente ao consumo de 900 residências.

O empreendimento foi financiando em 80% com fundos do Banco de Desenvolvimento da Alemanha, Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW).

O sistema será uma fonte limpa de geração de energia. Painéis coletores foram instalados na cobertura do Mineirão, em uma área total de 9,5 mil metros quadrados. De acordo com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a potência de geração de energia equivale ao consumo de cerca de 900 residências.
A usina começou a ser montada em dezembro de 2012, com os trabalhos de preparação e impermeabilização da cobertura para a montagem das estruturas metálicas de suporte das placas fotovoltaicas.
A CEMIG informou que a energia elétrica será injetada em sua rede, por meio da subestação de alimentação do Mineirão, situada dentro do estádio. Toda a energia produzida será distribuída na rede, sendo que 10% vai retornar à Minas Arena e será utilizada dentro do estádio.

A iniciativa de se instalar uma central geradora de energia a partir dos raios do sol no Mineirão foi inspirada nos estádios de Freiburg, considerada a capital solar da Alemanha, e de Berna, na Suíça, e nos estádios solares construídos para a Eurocopa 2008.
"A instalação da usina solar do Mineirão honra um calendário de ações sustentáveis implementadas na obra de modernização do estádio desde as primeiras demolições até os dias de hoje. Cerca de 90% dos resíduos sólidos gerados com a obra, por exemplo, tiveram destinação sócio-ambientais responsáveis, como a terra, o metal e o concreto. É um privilégio ter em funcionamento a primeira usina solar dos estádios da Copa de 2014", destacou Tiago Lacerda, secretário de Estado Extraordinário da Copa (Secopa).

Visão politica e financeira do assunto


O secretário do Ministério Federal para Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha (BMZ, na sigla em alemão), Hans-Jürgen Beerfeltz juntamente com o secretário de Estado Extraordinário da Copa, Tiago Lacerda, e o presidente da concessionária de energia brasileira Cemig, Djalma Bastos de Morais, a primeira usina de energia solar em um estádio da Copa do Mundo de Futebol de 2014, em Belo Horizonte efetuaram a inauguração do projeto, que recebeu um apoio significativo da Alemanha com empréstimos a juros baixos e serviços de consultoria, faz parte da Temporada da Alemanha no Brasil no setor de "desenvolvimento sustentável".
De acordo com informações do governo de Minas Gerais, a Usina Solar Fotovoltaica (USF) Mineirão tem uma potência instalada de 1,42 MWp, com cerca de 6.000 módulos fotovoltaicos instalados no telhado do estádio. Toda a energia gerada será injetada na rede de distribuição da Cemig por meio da subestação de alimentação do estádio, sendo que 10% vai retornar à Minas Arena e será utilizada dentro do Mineirão. A energia produzida será capaz de atender, aproximadamente, 900 residências de médio porte.
Detalhe dos módulos fotovoltaicos no teto no estádio / Foto : Renato Cobucci/Imprensa MG
 
Já a implantação da USF Mineirinho, que terá uma potência de 1,1 MWp, está em processo de elaboração de edital. Os empreendimentos fazem parte do Projeto Minas Solar 2014 da Cemig. A iniciativa de se instalar uma central geradora de energia a partir dos raios do sol no Mineirão e no Mineirinho foi inspirada nos estádios de Freiburg, considerada a capital solar da Alemanha, de Berna, na Suíça, e nos estádios solares construídos para a Eurocopa 2008.O custo de investimento total do projeto chega a €12,5 milhões, financiados por um empréstimo do KfW, Banco de Desenvolvimento da Alemanha, no montante de €10 milhões (os €2,5 milhões restantes vieram da Cemig). Além disso, a Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ, na sigla em alemão), em nome da BMZ, auxiliou a Cemig na comercialização da energia solar e na formação de pessoal técnico.Hans-Jürgen Beerfeltz enfatizou: "O Brasil é fã de futebol e irá sediar a Copa do Mundo de 2014. Apoiamos o País a realizar uma Copa do Mundo ecológica e sustentável. O Brasil pode usar um recurso que tem em abundância: a luz do sol, que é, em média, duas vezes maior que na Alemanha, mas cujo potencial até agora é raramente usado para geração de energia. Queremos apoiar os nossos parceiros brasileiros a mudar isso. Os painéis solares no estádio da Copa do Mundo são, portanto, um marco que irá incentivar muitas pessoas e assim dar mais impulso ao desenvolvimento da energia solar no Brasil".

Só uma questão se mantivesse mos nossas residências com a energia de painéis solares, teríamos de receber das concessionárias de energia o valor da energia que fosse fornecida a rede?

Algo a se pensar se na legislação atual é tratado ou não... mas esse será outro tema... até mais...


 Fonte: G1 e brasilalemanhanews., blogger Eletrônica, Automação e Controle.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Agradecimento a equipe da Brazil Automation 2013

Gostaria de parabenizar e agradecer a oportunidade de palestrar no 17º CONGRESSO INTERNACIONAL E EXPOSIÇÃO DE AUTOMAÇÃO,  SISTEMAS E INSTRUMENTAÇÃO,
Parabenizo a todos da ISA Distrito 4 e a Clarion pelo excelente trabalho e é claro aos colegas pelo empenho e trabalho contínuo em prol da tecnologia e difusão do conhecimento...

 



Crea-Minas rebate afirmação de ministro de que a engenharia é de baixa qualidade

 

o presidente do Crea-Minas, o engenheiro civil Jobson Andrade, rebate afirmação de que a culpa pelo atraso de obras em aeroportos brasileiros é dos engenheiros feita pelo ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wellington Moreira Franco.  Jobson Andrade afirma que o problema está, justamente, na deficiência das instituições públicas.

Leia mais no artigo abaixo assinado pelo presidente do Crea-Minas.




Baixas paixões e os entraves à engenharia nacional

Jobson Andrade, engenheiro civil e presidente do Crea-Minas

Em uma infeliz declaração à imprensa no último dia 02 de novembro, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wellington Moreira Franco, afirmou que a culpa pelo atraso de obras em aeroportos brasileiros nas capitais que receberão a Copa do Mundo é dos engenheiros brasileiros, que “são ruins e elaboram projetos mal feitos”. Ressaltou ainda que “há uma carência de profissionais experientes e qualificados nessa área”.

Diante dessas declarações equivocadas, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-Minas), instituição da engenharia que aglutina dezenas de outras entidades de classe e associações da área, vem a público repudiar veementemente tais afirmações. O motivo de atrasos em obras públicas não é culpa dos engenheiros, muito pelo contrário. Nossa autoridade técnica nos coloca em evidência inclusive em grandes obras no exterior. O problema está na deficiência das instituições públicas. Com os seus vícios e incompetências, não conseguem planejar, contratar e executar qualquer empreendimento no prazo devido, com as especificações necessárias. Antes de afirmar que a nossa engenharia é ruim, é preciso rever como o país se posiciona em relação a ela.

No Brasil nunca houve a preocupação com o planejamento. Nos anos de 1980 e 1990, décadas de redemocratização e momento para efetivar mudanças, não se projetou o país para o futuro, com planejamentos plurianuais, diretrizes e liderança. Esse despreparo ocasionou diversos problemas como a recessão, a inflação, o sucateamento da engenharia brasileira e, consequentemente, no sucateamento do Brasil, que perdura até hoje. Até 2010, tínhamos uma economia pujante e programas que apontavam para um resgate do desenvolvimento econômico e social brasileiro. Porém, repentinamente, isso parou, o país está estagnado. E eu pergunto ao ministro: como será o transporte aeroviário em dez anos? Quais são os planos? Quais são as metas? O que está sendo pensado para o setor?

Um dos gargalos que contribuem para essa leniência na realização de obras é ausência dos engenheiros nas funções correlatas no Estado. O papel de contratar serviços de engenharia cabe, na maioria das vezes, a políticos e profissionais que não são da área e não detém conhecimento técnico para isso. Os cargos públicos técnicos não são ocupados por pessoas capacitadas para determinadas atividades da engenharia. Tal situação reflete nas contratações inadequadas de obras, que atreladas à lei de licitação de nº 8.666 e toda a burocracia que envolve o processo, aceita projetos básicos sem as devidas especificações.

Soma-se a isso o fato de realizarem as compras apenas pelo menor preço oferecido, sem garantir qualidade. Essa lógica tem que ser revertida, pois da forma que se constituiu não se aplica à nossa realidade. Não é o engenheiro que não sabe fazer, mas a administração que não sabe comprar. A legislação também deve ser melhorada e exigir qualidade nos projetos.

Hoje, a engenharia não é valorizada no setor público. Faço um desafio ao próprio ministro que me apresente na estrutura pública do Brasil, de Norte a Sul, o salário de um engenheiro de execução, de órgão como os do DNIT, DER, ou que me mostre algum edital de concurso público em que o salário dele seja maior do que um profissional que atua em um órgão fiscalizador. Isso não existe. Não há investimentos em engenharia pública.

Se hoje não temos universidades que formam adequadamente, se os profissionais migram para outras áreas e não exercem a engenharia, análise feita pelo ministro, é porque a política brasileira contribuiu para a ocorrência desta condição. A responsabilidade disso é das autoridades instituídas que não apóiam verdadeiramente o ensino nas universidades, que não promovem a integração delas com o Estado, que não possuem uma política de fomento da inovação e do conhecimento junto às empresas. Isso tudo é reflexo da política de educação instaurada. O país só se mostra soberano quando detém a tecnologia e o conhecimento.

Afirmar que a culpa é dos engenheiros foi um discurso infeliz e despreparado, que representa bem as décadas em que o Brasil foi administrado somente por economistas e sociólogos, tirando a engenharia da gestão pública. Países que se desenvolveram nessa mesma época foram os que valorizaram a categoria. Na China, de seus 15 ministros, 13 são engenheiros.

Lutamos para sair do regime de exceção para alcançar a tão sonhada democracia. Contudo, o que se vê hoje é a ditadura da democracia. O Estado apenas cria normas que se sobrepõem umas às outras, algo que resulta em consequentes entraves para o desenvolvimento do país como um todo. Gostaria que o ministro enumerasse quais são as normas exigidas, todas elas, para se viabilizar uma obra em um aeroporto.

O país vive hoje um problema de falta de exemplos. As instituições são fracas porque são usadas para fins corporativistas, individualistas, não têm compromisso com o coletivo. A política, como bem ressaltou o papa Francisco, é um “instrumento de caridade”, mas virou profissão de políticos que passam a vida toda exercendo cargos eletivos e não acrescentam em nada à discussão política no Brasil.

Existe uma sedução irresistível da política brasileira por empresas de capital internacional. O Brasil é um país de indústria internacionalizada, a nossa tecnologia está na mão de estrangeiros. Hoje, as empresas de engenharia nacional enfrentam todo tipo de dificuldade. Ao invés de apoiar a inovação, os governos criam entraves, juros excessivos e os financiamentos são só para os que têm um alto poder aquisitivo.  Um caso emblemático é do engenheiro brasileiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, que fez o primeiro carro brasileiro, o Gurgel, e não recebeu nenhum investimento do governo.

Outro mal que atormenta as empresas e os engenheiros é que eles não se sentem seguros em trabalhar nas obras governamentais por se tornarem reféns de um processo que acaba por gerar relações duvidosas entre o público e o privado, debitadas na conta da engenharia. O Estado tem que garantir a segurança jurídica e esse caminho só é possível no cumprimento inexorável da Lei. Todavia, isso não acontece no Brasil. O que vemos é a administração pública criando instrumentos fiscalizadores que originam dificuldades legais e intransponíveis.

Com esse amontoado de regras para coibir, fiscalizar e dificultar, o governo parte do pressuposto de que o brasileiro é desonesto. Isso gera burocracias, sobreposição de instituições fiscalizadoras, acusações de toda ordem, o que resulta na paralisação de obras. E não adianta a empresa recorrer à justiça, porque ela não tem segurança jurídica.

Vivemos hoje sob a égide da improvisação, não há planejamento e sim a institucionalização do provisório. As obras realizadas para atender a Copa do Mundo de Futebol devem ser vistas sob a ótica dos cidadãos e como elas retornarão em benefícios para eles. Estamos perdendo a oportunidade de realizar grandes obras, pensadas para o futuro daqui a 30 anos. Mas o que se vê são paliativos que não contemplam à altura da necessidade e do merecimento da população.

Para criarmos uma situação propícia para a o exercício de uma engenharia de qualidade é preciso simplificar a legislação, garantir segurança jurídica aos contratos e valorizar as carreiras de engenharia no setor público com salários e educação continuada para que se tenha profissionais capacitados para gerir contratos. É importante ainda mudar a legislação passando a exigir projetos executivos nas compras e não só o básico como é feito hoje; apoiar as universidades públicas e privadas na geração de inovação e empreendedorismo; facilitar o crédito para gerar produção e melhores serviços. E, principalmente, promover o crédito a boas ideias que se transformem em tecnologias e saber para o Brasil. Outro ponto é exigir o interstício nos mandatos políticos para acabar com as carreiras dessa “profissão” no Brasil. É preciso investir novamente, como fizeram os nossos predecessores Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, em relação à indústria nacional.

Com a implementação dessas ações, vamos ter milhares de empresas fortes, sejam elas pequenas, médias ou grandes. E inclusive, já possuímos várias. Ainda diante da incoerente afirmativa do ministro em dizer que os nossos engenheiros são ruins, eu queria perguntar a ele como a Odebrecht, que está presente em diversos países, a Embraer, a Vale, a própria Petrobrás, são referências mundiais em engenharia. Porque a Odebrecht brasileira constrói aeroportos nos EUA e não no Brasil?

Enfim, o que percebemos é a facilidade em defender-se do indefensável, usando bravatas e afirmações desrespeitosas contra toda uma categoria, já bastante explorada por políticas públicas incompetentes, descomprometidas com o social e com o país, servindo a maior parte a interesses pessoais e a baixas paixões.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Toyota lançará carro a hidrogênio... Incrivel...

A montadora japonesa Toyota pretende lançar um veículo a hidrogênio em 2015, acredite...
O modelo FCV (Fuel-Cell Vehicle - veículo a célula de combustível) será apresentado durante o Salão do Automóvel de Tóquio, no final deste mês.
O FCV tem uma autonomia de 500 km e tempo de reabastecimento de três minutos, mais ou menos o mesmo tempo que se leva para encher o tanque de um veículo a gasolina.
Segundo a empresa, o design exterior do veículo evoca "a transformação do ar em água" - a célula a combustível usa o gás hidrogênio para produzir eletricidade, liberando apenas água no escapamento.
Embora seja uma promessa antiga, os veículos a hidrogênio não têm passado da etapa de conceitos por dois motivos principais: a elevada temperatura das células de combustível e a falta de infraestrutura para abastecimento do gás.
A empresa afirma esperar que "centenas de postos de combustível" estejam disponíveis no Japão, Europa e Estados Unidos nos próximos dois anos.
Tanques a hidrogênio
Toyota lançará carro a hidrogênio e veículo para guiar de pé
Usando materiais mais resistente às altas pressões, o número de tanque de  hidrogênio foi reduzido de quatro para dois. À esquerda, a pilha de células a combustível do FCV. [Imagem: Toyota]
O FCV conta com dois tanques de hidrogênio de 70 MPa de pressão, instalados na parte inferior.
As células a combustível têm uma densidade de potência de saída de 3 kW/L, mais que o dobro da usada no carro-conceito a hidrogênio anterior da Toyota, o FCHV. A saída é de pelo menos 100 kW.
Segundo a montadora, a pilha de células a combustível usada opera em tensão maior, o que tornou possível reduzir o tamanho do motor e o número de células de combustível individuais, gerando um sistema menor que oferece um melhor desempenho.
Como o veículo é duplamente híbrido, contando ainda com baterias, ele tem capacidade para quatro passageiros, apesar dos seus 4,87 metros de comprimento.
Com tanques de hidrogênio cheios e baterias carregadas, segundo a Toyota, o veículo pode fornecer "eletricidade suficiente para satisfazer as necessidades diárias de uma casa japonesa média (10 kWh) por mais de uma semana", sem precisar quais são as necessidades diárias de uma casa japonesa média....

Fonte: www.inovaçãotecnologica.com.br

domingo, 3 de novembro de 2013

Essa semana teremos a Feira internacional de Automação -ISA SHOW -Sabia????

Pessoal,  essa semana ocorre feira internacional de automação, nos dias 05,06 e 07 , será em São Paulo no Transamenrica Expocenter , o "Eletrônica, Automação e Controle" estará lá e trará as novidades da feira, além é claro do trabalho que será apresentado e postado aqui dia 06 as 17h sobre Energia eólica.... Fique por dentro aqui... www.brazilautomation.com.br